EXTRAORDINÁRIO, de R.J. Palacio (Resenha)
Hora da confissão: só li o livro porque gostei do filme. Admito que eu não tinha nenhuma curiosidade de lê-lo, embora tivesse ouvido falar que a abordagem era interessante e tudo o mais, e que falava sobre um assunto bastante em pauta na nossa sociedade, o bullying.
Em minha defesa, Extraordinário sempre me pareceu o tipo de livro feito para introduzir crianças ao assunto do bullying e, portanto, eu tinha pouco interesse em ler, pois creio que já fui introduzida ao tema por outros meios. Contudo, depois de assistir ao filme, resolvi dar uma chance à história.
Eu estava certa ao deduzir que o livro era perfeito para o público infato-juvenil. A linguagem é bem simples e fácil, e se torna especialmente atrativa por ser narrada por crianças durante a maior parte do tempo. Isso não é ruim, eu mesma escrevo livros juvenis.
Voltando ao que interessa, é um bom livro, mas você provavelmente não vai gostar se já perdeu a paciência com uma linguagem e uma história leves e "educativas". Se você ainda é uma criança ou um jovem adolescente, este livro é uma boa forma de se introduzir prazeirosamente ao mundo da leitura.
Os capítulos do livro são bem curtos (os mais longos não passam de oito páginas), o que tornou sua leitura ainda mais fácil e mais fluida. A mudança de narradores é bem enfatizada, então mesmo alguém mais novo consegue acompanhar tudo com facilidade. Sei que o objetivo da autora era atingir esse público mais jovem, portanto eu não tenho o que falar mal. Está bem adequado.
Para encerrar, o livro é um ótimo aprendizado de vida, o que também o torna recomendável para adultos (embora estes talvez não se sintam confortáveis com a linguagem jovial, tal como eu disse). As mais simples e importantes reflexões são trazidas por crianças e na linguagem das crianças, por isso todo o aprendizado é bem transparente. Você muda sua lente para ver o mundo, e com isso começa a enxergar pessoas e, principalmente, começa a enxergar sentimentos por baixo da carne.
"Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil." Isso resume bem as coisas, em todos os aspectos.
Gabby Meister
Em minha defesa, Extraordinário sempre me pareceu o tipo de livro feito para introduzir crianças ao assunto do bullying e, portanto, eu tinha pouco interesse em ler, pois creio que já fui introduzida ao tema por outros meios. Contudo, depois de assistir ao filme, resolvi dar uma chance à história.
Eu estava certa ao deduzir que o livro era perfeito para o público infato-juvenil. A linguagem é bem simples e fácil, e se torna especialmente atrativa por ser narrada por crianças durante a maior parte do tempo. Isso não é ruim, eu mesma escrevo livros juvenis.
Voltando ao que interessa, é um bom livro, mas você provavelmente não vai gostar se já perdeu a paciência com uma linguagem e uma história leves e "educativas". Se você ainda é uma criança ou um jovem adolescente, este livro é uma boa forma de se introduzir prazeirosamente ao mundo da leitura.
Os capítulos do livro são bem curtos (os mais longos não passam de oito páginas), o que tornou sua leitura ainda mais fácil e mais fluida. A mudança de narradores é bem enfatizada, então mesmo alguém mais novo consegue acompanhar tudo com facilidade. Sei que o objetivo da autora era atingir esse público mais jovem, portanto eu não tenho o que falar mal. Está bem adequado.
Para encerrar, o livro é um ótimo aprendizado de vida, o que também o torna recomendável para adultos (embora estes talvez não se sintam confortáveis com a linguagem jovial, tal como eu disse). As mais simples e importantes reflexões são trazidas por crianças e na linguagem das crianças, por isso todo o aprendizado é bem transparente. Você muda sua lente para ver o mundo, e com isso começa a enxergar pessoas e, principalmente, começa a enxergar sentimentos por baixo da carne.
"Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil." Isso resume bem as coisas, em todos os aspectos.
Gabby Meister
[A resenha acima tem por único objetivo divulgar minha visão e opinião pessoal sobre o livro citado, e não visa ofender ou difamar ninguém, nem mesmo difamar a obra ou o autor dela. É apenas meu ponto de vista, questionável e discutível]
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